Quem nunca ouviu falar sobre “os americanos tomarem a Amazônia”?

Isso é uma alienação, pois não há necessidade política dos norte-americanos dominarem a região amazônica, já que o próprio governo entrega de bandeja aos grandes empresários globalistas por intermédio de ONGs que supostamente defendem territórios e interesses indígenas.

Empresário não tem nacionalismo, dinheiro não tem bandeira, um empreendedor americano, francês ou espanhol investe sempre irá investir no país onde o retorno do lucro seja maior, mesmo que seu próprio país esteja precisando desse investimento.

Apesar da fragilidade de nossas fronteiras com os vizinhos produtores de drogas e contrabandeadores de armas, a presidente Dilma Rousseff decretou o corte de R$ 1,5 bilhão no orçamento da Polícia Federal destinado para fiscalização de fronteiras e as ações de combate ao narcotráfico e ao contrabando de armas.

Segundo os agentes, os cortes comprometeram a Operação Sentinela, ação que combate crimes como tráfico internacional de drogas, entrada de armas, contrabando e imigração ilegal.

A redução do efetivo prejudica a segurança e fiscalização de 16.399 quilômetros, da Amazônia até o Rio Grande do Sul.

No Amazonas, o posto de Eirunepé, próximo ao Peru, já não funciona desde o mês de março.

O superintendente da PF no Estado, Sérgio Fontes, disse que, na fronteira com a Colômbia e o Peru, a Operação Sentinela será levada “até onde der”. “O corte foi muito severo.”

Já no estado do Mato Grosso do Sul, a redução chegou a 60% nas delegacias da PF de Corumbá e Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai. Segundo agentes federais, foram suspensas blitzes preventivas nas rodovias de fronteiras.

As Farcs, organização terrorista, produtora, distribuidora, e que comercializa drogas e armas para os traficantes brasileiros, agradece.


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