No último domingo (06), os inspetores da Alfândega da Coréia do Sul interceptaram 35 tentativas de importação de cápsulas compostas de carne humana, provavelmente de fetos e bebê mortos provenientes da China.
As primeiras denúncias surgiram em agosto de 2011, e o governo chinês chegou a promover uma investigação, porém, nenhuma prova teria sido foi encontrada.
Conforme o The San Francisco Times, os testes realizados comprovam que há 99,7% de carne humana na composição das pílulas.
Na China, algumas pessoas acreditam que o consumo de placenta humana tem a capacidade traz benefícios como aumentar a quantidade de sangue no corpo, ativar a circulação, aumento da potência sexual e curas de diversas doenças.
Um documentário sul-coreano afirma que as clínicas de aborto chinesas costumam repassar os corpos de bebês mortos para intermediários, que usam micro-ondas de secagem, instrumento usado na indústria farmacêutica, para fabricação das pílulas.
Fonte: Correio do Brasil
