Política

O Irã, Estados Unidos e o Euro

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O único motivo pelo qual os Estados Unidos ainda não iniciaram uma invasão a terra dos aiatolás, é o fato da repercussão negativa que irá acontecer na administração do presidente Barack Obama, que tenta se reeleger nesse ano.

Um conflito EUA x IRÃ apenas beneficiaria os republicanos, já que a maioria do eleitorado dos democratas, representado por Obama, é contra a guerra.

Enquanto isso, Israel fica refém da guerra verbal promovida pelos fundamentalistas iranianos que não hesitam em usar os veículos de comunicação para insinuar que irá “limpar” o estado judeu do mapa.

Por sua vez, os israelenses já confirmaram falta de estrutura para entrar em guerra com o Iran sem ajuda dos norte-americanos.

A China e a Rússia têm interesses políticos na região, por isso, preferem agir com diplomacia na turma do “deixa disso” e tentam jogar um balde de água frio na situação do Oriente Médio.

Até o embargo do petróleo iraniano promovido pelos Estados Quebrados da União Européia não surgiu efeito esperado, pelo menos, em curto prazo.

Já em Terras Tupiniquins, a presidente Dilma Rousseff, que passou o carnaval na Base Naval de Aratu (BA), sempre demonstrou distância ao pronunciar qualquer opinião sobre a situação do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que até já confirmou a falta do ex-presidente Lula nos assuntos externos do Oriente Médio.

Hoje é quarta-feira de cinzas, e com a Liga da Justiça Mundial toda dominada, desde o carnaval de 2011, agora só tem uma saída: Quem irá nos defender?



PF obriga Maluf cumprir normas do aeroporto

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O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) resolveu dar trabalho para a Polícia Federal do Distrito Federal.

Desta vez, não trata de nenhum escândalo envolvendo dinheiro, porém, o ilustríssimo parlamentar resolveu ignorar o processo de inspeção de segurança do Aeroporto Internacional de Brasília e passou por constrangimento.

No dia 9 de fevereiro de 2012, às 15h36min, Maluf não atendeu a solicitação dos funcionários de segurança para que retornasse ao detector de metais, em seguida foi para aeronave Airbus da TAM, voo 3723, com destino para Congonhas, que estava posicionada no portão 9.

Os policiais Federais foram acionados, e entraram na aeronave para escoltar Maluf até o canal de inspeção, onde novamente passou pelo equipamento de segurança. Muito indignado, o parlamentar teria dito que nunca foi tratado dessa maneira.

No Brasil, é comum que autoridades ignorem o processo de seguranças nos aeroportos, mas dessa vez, a atitude não valeu a pena.

Apesar de Paulo Maluf ter sido eleito Deputado Federal em São Paulo, com 497 mil votos, seu nome ainda consta como procurado pela Interpol, por isso, não pode entrar em 181 países membros da instituição.

Em 2007, a Justiça norte-americana determinou a prisão de Maluf pelos crimes de conspiração, auxílio na remessa de dinheiro ilegal para Nova York e roubo de dinheiro público em São Paulo.

No entanto, pela nossa legislação nenhum brasileiro nato pode ser extraditado, nem muito menos ser detido apenas por solicitação das autoridades estrangeiras.  

Fonte: Coluna Esplanada


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